Desde cedo o Homem sentiu necessidade de organizar os seus conhecimentos sobre o mundo, agrupando-os de acordo com as semelhanças e diferenças entre aquilo que podia observar na natureza. A Sistemática é um ramo da ciência que se ocupa do estudo das relações evolutivas entre os seres vivos e do agrupamento e classificação dos mesmos. Já a taxonomia é um ramo da sistemática que é responsável pela classificação dos seres e a sua nomenclatura.
(...)
Os primeiros sistemas de classificação, eram muito simples. Os mesmos tinham o nome de sistemas de classificação práticos. Agrupavam os seres vivos, não por características morfo-fisiológicas semelhantes ou antagónicas, mas sim pela importância dos seres para o Homem (seres venenosos e não venosos, comestíveis e não comestíveis...)
(...)
Mais tarde surgiram os chamados sistemas racionais, que organizavam o mundo vivo de acordo com as características morfológicas, anatómicas e fisiológicas dos diferentes seres. Os mesmos podem ser de dois tipos: sistemas de classificação racionais horizontais (não consideram o factor tempo) ou sistemas de classificação racionais verticais (consideram o factor tempo).
(...)
Os sistemas de classificação racionais horizontais podem ainda ser subdivididos em sistemas artificiais e naturais. Os sistemas de classificação artificiais são caracterizados por terem em conta um número reduzido de características (o que leva à criação de grupos muito heterogéneos). Por sua vez, os sistemas de classificação naturais consideravam o maior número possível de caracteres.
(...)
Actualmente, os sistemas de classificação apresentam uma hierarquia de grupos taxonómicos. Os mesmos são grupos de seres vivos que se relacionam por um determinado número de características, que são tantas mais quanto mais específico for o grupo taxonómico. Assim, tem-se por ordem crescente de amplitude as seguintes características taxonómicas: Espécie, Género, Família, Ordem, Classe, Filo (ou Divisão no caso das plantas) e Reino. Presentemente surgem ainda outros grupos taxonómicos como os Domínios, que por sua vez englobam os Reinos.
(...)
Note-se ainda que as categorias taxonómicas seguem regras específicas de nomenclatura, sendo que a espécie segue uma nomenclatura binomial (ao contrário das restantes classes taxonómicas). A mesma é escrita em latim, recorrendo a apenas dois termos: O primeiro termo, cuja primeira letra é maiúscula, indica o género a que o ser pertence. Já o segundo termo designa-se por restritivo específico, servindo precisamente para especificar a que espécie pertence o ser em análise, dentro do género indicado. Além disto, a espécie deve ser escrita em itálico ou, quando manuscrito, deve ser sublinhada
O feijoeiro é uma planta cuja semente é o feijão, pertencente ao reino Plantae e à família Fabaceae. O feijoeiro comum é da espécie Phaseolus vulgaris.
(...)
Os primeiros sistemas de classificação, eram muito simples. Os mesmos tinham o nome de sistemas de classificação práticos. Agrupavam os seres vivos, não por características morfo-fisiológicas semelhantes ou antagónicas, mas sim pela importância dos seres para o Homem (seres venenosos e não venosos, comestíveis e não comestíveis...)
(...)
Mais tarde surgiram os chamados sistemas racionais, que organizavam o mundo vivo de acordo com as características morfológicas, anatómicas e fisiológicas dos diferentes seres. Os mesmos podem ser de dois tipos: sistemas de classificação racionais horizontais (não consideram o factor tempo) ou sistemas de classificação racionais verticais (consideram o factor tempo).
(...)
Os sistemas de classificação racionais horizontais podem ainda ser subdivididos em sistemas artificiais e naturais. Os sistemas de classificação artificiais são caracterizados por terem em conta um número reduzido de características (o que leva à criação de grupos muito heterogéneos). Por sua vez, os sistemas de classificação naturais consideravam o maior número possível de caracteres.
(...)
Actualmente, os sistemas de classificação apresentam uma hierarquia de grupos taxonómicos. Os mesmos são grupos de seres vivos que se relacionam por um determinado número de características, que são tantas mais quanto mais específico for o grupo taxonómico. Assim, tem-se por ordem crescente de amplitude as seguintes características taxonómicas: Espécie, Género, Família, Ordem, Classe, Filo (ou Divisão no caso das plantas) e Reino. Presentemente surgem ainda outros grupos taxonómicos como os Domínios, que por sua vez englobam os Reinos.
(...)
Note-se ainda que as categorias taxonómicas seguem regras específicas de nomenclatura, sendo que a espécie segue uma nomenclatura binomial (ao contrário das restantes classes taxonómicas). A mesma é escrita em latim, recorrendo a apenas dois termos: O primeiro termo, cuja primeira letra é maiúscula, indica o género a que o ser pertence. Já o segundo termo designa-se por restritivo específico, servindo precisamente para especificar a que espécie pertence o ser em análise, dentro do género indicado. Além disto, a espécie deve ser escrita em itálico ou, quando manuscrito, deve ser sublinhada
O feijoeiro é uma planta cuja semente é o feijão, pertencente ao reino Plantae e à família Fabaceae. O feijoeiro comum é da espécie Phaseolus vulgaris.
Sem comentários:
Enviar um comentário