sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Diário 6ª feira dia 04/02/2011

Hoje fizemos mais alguns progressos no trabalho prático: foi-nos disponibilizado algodão e copos de plástico pela professora Luciana Teixeira, sendo que iniciámos a plantação dos feijoeiros, propriamente dita.
Humedecemos algodão com água (inicialmente usando uma pipeta) e colocámos o mesmo em 14 copos de plástico. De seguida inserimos sementes de feijão encarnado e adicionámos mais um bocado de algodão humedecido por cima da semente colocada em cada um dos copos. Como nesta fase inicial os feijoeiros ainda não apresentam folhas, não os colocámos dentro das caixas, sujeitos a diferentes tipos de iluminação específicas.
Após a plantação dos feijões decidimos experimentar ligar o circuito eléctrico à corrente, tendo verificado que algumas das lâmpadas não acendiam. Assim, na próxima quarta-feira planeamos pedir novo auxílio ao professor Rui Calo, de modo a resolvermos este problema que nos surgiu hoje.

Material usado: 14 copos de plástico; pedaços de algodão; água; pipeta munida de pompete

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Diário 4ªfeira 02/02/2011

Hoje, com o auxílio do professor Rui Cal, montámos o circuito eléctrico (em série) para as lâmpadas que iremos usar na nossa experiência relativamente ao crescimento dos feijoeiros sob o efeito de diferentes tipos de luz. Tivemos alguns percalços mas, no final da aula, conseguimos ter o circuito pronto e a funcionar.

Material usado: x-acto; chave de fendas; casquilhos; lâmpadas; fio eléctrico

Diário 6ª feira dia 28/01/2011

Hoje iniciámos (finalmente) o trabalho prático. Começámos por planificar o circuito eléctrico que iremos utilizar para "alimentar" as diferentes lâmpadas. De seguida criámos as caixas isoladoras de luz que iremos utilizar na plantação dos feijoeiros, de modo a podermos controlar a qualidade e potência da luz que pretendemos fazer incidir sobre os vários elementos da nossa experiência.
Na próxima aula tencionamos pôr em prática a planificação que fizemos do circuito eléctrico, montando o mesmo.

Material usado: x-acto, caixas de cartão

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Crescimento nas plantas

As plantas são seres vivos, ainda que aparentem ser inanimados… a verdade é que realizam movimentos, tal como os outros seres, movimentos esses imperceptíveis, na sua maioria, à escala humana.
Os movimentos das plantas são uma resposta das mesmas a estímulos ambientais, podendo ser de dois tipos: nastias ou tropismos. As nastias são movimentos das plantas que não envolvem crescimento direccionado de nenhum dos órgãos das mesmas.
(...)
Por sua vez, os tropismos são movimentos das plantas que envolvem crescimento direccionado. Além de poderem ser classificados de acordo com a origem do estímulo.
(...)
O crescimento das plantas pode processar-se ou por divisão das células ou por alongamento das mesmas. Este crescimento não é um fenómeno eléctrico, ao contrário das nastias, mas sim um fenómeno químico, resultado da acção de hormonas vegetais, também designadas por fitohormonas.
(...)
Ao todo, distinguem-se cinco grupos de fitohormonas: auxinas, giberelinas, citoquininas, etileno e ácido abscísico.
(...)
Porém, há outros factores, nomeadamente de origem externa, que regulam o crescimento das plantas. Um desses factores e, sem dúvida, um dos mais importantes é o fotoperíodo.
O fotoperíodo consiste no tempo de exposição a uma fonte de luz (normalmente a luz solar), sendo possível fazer a distinção entre três tipos de plantas: plantas de dia curto (plantas cujo tempo de exposição luminosa necessária para florir é inferior ao valor-limite - 12 horas), plantas de dia longo (plantas cujo tempo de exposição luminosa necessária para florir é superior ao valor-limite - 12 horas) e plantas indiferentes.
(...)
As plantas de dia longo e as de dia curto são plantas cuja floração e desenvolvimento dependem do tempo de exposição à fonte de luz Por oposição, as plantas indiferentes, não dependendo do fotoperíodo dependem da disponibilidade de água e da temperatura.
(...)
O feijoeiro consiste numa planta indiferente, florescendo tanto nas estações do ano em que as noites são mais longas que os dias, como nas estações do ano em que os dias são mais longos que as noites. Além disso, o feijão é uma semente barata de obter. Por estes motivos, tendo em conta que o nosso projecto é para durar o ano lectivo inteiro, fez sentido que escolhêssemos uma planta com estas características.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Votar no tipo de feijão (fechada a votação)

Votem aqui, para nos auxiliar na escolha do tipo de feijão que iremos plantar:

http://poll.fm/2el9l

A votação terminou e o tipo de feijão escolhido foi o feijão frade. Agora só nos falta comprar as sementes e plantar o feijoeiro do vosso agrado!

Como plantar o feijoeiro

Nesta mensagem iremos apresentar-vos o modo como iremos proceder ao plantio do feijão. Em primeiro lugar iremos necessitar dos seguintes materiais:
- 14 copos de plástico
- 120g de algodão esterilizado (5g por copo)
- 14 sementes de feijão
- Água
- Terra
- 14 vasos
Num primeiro momento iremos fazer os feijões desenvolver-se nos copos de plástico. Para tal iremos forrar o fundo dos 14 copos com 5g de algodão esterilizado e humedecido com água. Seguidamente, adicionaremos uma semente de feijão sobre o algodão, colocando os copos num local com a luminosidade controlada, cada um dos espécimes sujeitos a um tipo de iluminação distinta. É esperado que ao fim de 3 dias a raiz do feijão se desenvolva.
Quando os feijoeiros atingirem uma altura de 20cm iremos transladar os mesmos (esperamos que uns atinjam esta altura mais cedo que outros) para vasos com terra, juntando adubo orgânico para acelerar o desenvolvimento dos feijoeiros.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Feijão (Resumo)


O problema da fome no mundo exige que se procure uma fonte alimentar de boa qualidade, que forneça vários nutrientes em simultâneo, suprindo as carências do organismo. Uma boa opção poderá ser o feijão.

O feijão é uma semente extraída da vagem de uma série de plantas pertencentes à família Fabaceae, mais precisamente ao género Phaseolus. (...) A variedade mais comum do feijão é a Phaseolus vulgaris e surge com coloração branca, preta ou vermelha.
(...)
A nível nutricional, o feijão é um alimento quase perfeito (se é que isso pode existir): é pobre em gorduras, tem uma grande quantidade de proteínas (ainda que a sua qualidade não seja tão boa como a proteína animal), hidratos de carbono complexos, fibra alimentar, vitaminas (como a vitamina B1 e vitamina PP) e minerais, como o ferro, ácido fólico, potássio, fósforo e magnésio.

Nos diversos regimes alimentares, o feijão não é frequentemente usado como fonte proteica, mas sim como fonte de hidratos de carbono. Os seus hidratos de carbono são de grande qualidade, uma vez que consistem em hidratos de carbono complexos. (...) Além deste facto, o indíce glicémico do feijão é do mais baixo que existe, querendo isto dizer que não provoca grandes variações na taxa de açúcar no sangue.
(...)
Uma outra importante característica que torna o feijão num alimento possivelmente muito útil na redução dos problemas de fome no mundo relaciona-se com o seu baixo preço. De facto, o feijão é a fonte proteica mais barata.