quarta-feira, 6 de abril de 2011

Efeito da potência no crescimento das plantas


Este gráfico ilustra o efeito da incidência de luz de diferente intensidade (fazendo variar a potência da lâmpada) sobre o crescimento de espécies vegetais - o feijoeiro.

Efeito da cor no crescimento das plantas


Este gráfico ilustra o efeito de diferentes qualidades de luz (variadas usando lâmpadas próprias) sobre o crescimento dos feijoeiros.

Diário 6ª feira 25/02/2011

Hoje verificámos que o grupo 1 tinha morrido. Determinámos que a causa da morte fora a demasiada proximidade à lâmpada, que provocou um elevado aumento de temperatura. Chegámos à conclusão de que o tamanho das caixas era muito reduzido pelo que as aumentámos – a única informação de que dispomos é que as caixas devem ter um tamanho médio, mas isto deixa algum espaço para interpretação. Percebemos, devido a este contratempo, que eram muito pequenas, principalmente tendo em conta que as lâmpadas fornecidas pela IZI aquecem bastante. Decidimos também fazer perfurações no topo das caixas, perto da lâmpada, para maior dissipação de calor. Depois de efectuadas estas modificações, medimos e documentámos os restantes feijoeiros. O grupo 2, constituído por quatro feijoeiros, tem uma altura aproximada de 30cm, pelo que já se encontra no nível de desenvolvimento adequado para ser colocado no interior das caixas. Como tal, colocámos estes quatro feijoeiros em vasos e nas caixas agora vazias.

Diário 4ª feira dia 23/02/2011

Início da 3ª semana

Hoje determinámos quatro grupos de feijoeiros, com base no seu nível de desenvolvimento. O grupo 1 é constituído por quatro feijoeiros de altura média de 32cm, que hoje colocámos em vasos, com terra e fertilizante. Apresentam duas largas folhas no topo, verdes e de aspecto saudável. A meio do caule ostentam duas metades do feijão que lhe deu origem, agora sem a casca que lhe dá a característica cor encarnada. Foi do interior deste feijão que brotaram as folhas, e é ele que lhes fornece alimento até o feijoeiro ser capaz de autonomamente produzir alimento necessário à sua sobrevivência.
(...)
os feijões de cada grupo têm alturas parecidas mas não idênticas. Como tal é importante registar em que caixa é que se colocou cada um. Assim, o feijoeiro 1b foi colocado na caixa com a luz verde, o feijoeiro 1a na de luz vermelha, o feijoeiro 1c na caixa de luz azul e o feijoeiro 1d na de luz branca, todas estas lâmpadas de 40w. O grupo 2 é constituído por três feijoeiros de altura média de aproximadamente 24cm, que apresentam um desenvolvimento ligeiramente inferior aos do grupo 1. As duas folhas são menores, apesar de igualmente viçosas. A raiz apresenta-se também um pouco menos desenvolvida que a do grupo 1. O feijoeiro 2c tem uma altura inferior (22cm) aos feijoeiros 2a e 2b (25 cm), no entanto colocámo-lo neste grupo pois o grupo 3 encontra-se num nível de desenvolvimento bastante inferior. O grupo 3 é constituído por dois feijoeiros de altura média de 18cm. Estes apresentam folhas menos desenvolvidas que os dos grupos 1 e 2. Colocámo-los no mesmo grupo por terem alturas muito semelhantes, mas o desenvolvimento ao nível das folhas é díspar, sendo que o feijoeiro 3a ainda apresenta a casca vermelha do feijão a rodear as folhas, e o feijoeiro 3b já as tem soltas e a desenvolverem-se. Contudo, prevemos que as folhas do feijoeiro 3a estejam quase a “libertar-se” da casca, altura em que muito rapidamente adquirirão o nível de desenvolvimento das do feijoeiro 3b. Estamos no entanto prevenidos de que poderá vir a ser necessária uma mudança de grupo no caso destes feijoeiros. O grupo 4 é constituído por dois feijoeiros de 12cm de altura, cujas folhas acabaram de brotar. Por comparação com o feijoeiro 3a encontram-se menos desenvolvidos (têm menor altura, a distância entre as folhas e o feijão é bastante mais pequena), no entanto as folhas já estão soltas da casca, ao contrário do feijoeiro 3a. Por aqui se vê como é necessário ter vários parâmetros de comparação para determinar o nível de desenvolvimento dos feijoeiros. Os restantes feijoeiros apresentam-se muito pouco desenvolvidos, pelo que ainda não estabelecemos grupos para eles – é muito provável que não cresçam todos o mesmo ao mesmo tempo. Finalmente, hoje tivemos que deitar fora alguns feijões, pois claramente nunca iriam crescer. Alguns tinham bolor, outros estavam apenas inchados, sem qualquer traço de radícula a aparecer.

Material usado: vasos, terra, fertilizante, esguicho, régua.

Diário 6ªfeira dia 18/02/2011

Nota-se uma clara disparidade entre os níveis de desenvolvimento dos feijoeiros. Temos cinco que se encontram mais altos, bastante mais desenvolvidos, com as folhas quase a brotar do interior do feijão agora separado, dois um pouco mais “atrasados” e os restantes numa equivalente etapa de crescimento inferior. Assim, os mais cinco mais desenvolvidos apresentam uma altura de aproximadamente 14cm, enquanto que os dois que lhe seguem têm aproximadamente 11cm de altura.

Diário 2ª feira dia 14/02/2011

Início da 2ª semana Os feijoeiros apresentam já um maior desenvolvimento, contudo é de marcar que este se está a processar a ritmos diferentes. Identificam-se sete feijoeiros que já estão mais altos e os restantes encontram-se significativamente menores. Os primeiros possuem já uma pequena raiz, pouco desenvolvida, enrolada no algodão, e um caule de cerca 5cm, com o feijão em si no topo. Nota-se que o feijão está a começar a separar-se e a sair da casca, revelando o seu interior verde.

Diário 6ª feira dia 11/02/2011

Grande parte dos feijões apresentam-se inchados, um pouco descoloridos. Em alguns nota-se que a pele exterior já abriu, revelando uma radícula, que formará a raiz, a brotar para baixo.